segunda-feira, 28 de março de 2016

HRPM comemora Páscoa com missa e culto

O Grupo Técnico de Humanização (GTH) do Hospital Regional Público do Marajó (HRPM), organizou missa e culto em comemoração à Páscoa que é o principal  dia do calendário litúrgico cristão, pois é nesse dia que se comemora a ressurreição de Cristo, sendo a partir dele que todas as outras datas importantes do cristianismo são calculadas, entre elas Semana Santa, Quaresma, Quarta-feira de Cinzas.


A celebração no hospital foi realizada dia 24 nos horários de 9h30 às 10h30; e às 15h às 16h30, no Hall das Clinicas Integradas para os usuários, acompanhantes e colaboradores com a finalidade de renovar a fé. O culto foi celebrado pelo Pastor Edmundo Moura, e a missa pelo padre Robson.O evento que obteve apoio do Núcleo de Educação Permanente (NEP) contou com 80 participantes.


quarta-feira, 23 de março de 2016

HRPM alerta grávidas sobre sintomas e prevenção contra Aedes Aegipty

Dr. André Noronha
Referência no atendimento à gestante de alto risco na região do 8º Centro Regional de Saúde (8º CRS), o Hospital Regional Público do Marajó (HRPM), em Breves, no sudoeste da região marajoara, compromete-se com cerca de seus 270 mil usuários no esclarecimento sobre a prevenção contra o Zika Vírus, transmitido pela picada do mosquito Aedes Aegypti, que está alarmando, principalmente, mulheres no período fértil, levando muitas delas a adiar o sonho da maternidade.
Com significativo fluxo anual de atendimentos, somente ano passado o hospital assegurou a assistência de 21.891 usuários distribuídos entre o ambulatório e Pronto Atendimento (PA). Desses, 307 foram partos entre normais e cesarianos. Na Clínica Obstétrica foram registrados 2.395 altas médicas. Diante de tamanho atendimento, o diretor Clínico do Hospital Regional, dr. André Noronha ressalta a importância de ações preventivas contra o mosquito Aedes,  que transmite também a dengue e a chikungunya. Segundo ele, tudo indica que existe uma relação entre infecção por zika na gravidez e malformações como a microcefalia, em que o bebê nasce com a cabeça menor que o tamanho normal. “Mas, isso não quer dizer que toda grávida que teve zika terá um bebê com microcefalia”, observou o médico, alertando que os mecanismos do comprometimento do feto ainda estão sendo investigados e muitas perguntas ainda não têm uma resposta definitiva.
No entanto, ele aponta alguns sintomas de alerta para as mulheres grávidas: manchas pelo corpo que podem causar coceira intensa, febre baixa, conjuntivite, dor de cabeça, dor muscular, inchaço e dor nas articulações e aparecimento de gânglios. A doença pode levar até 12 dias para se manifestar, após a picada do inseto. Os sintomas costumam desaparecer depois de dois a sete dias. “Em um desses sintomas, a grávida deve procurar atendimento médico o mais rápido possível. Somente um profissional pode confirmar ou não o diagnóstico da doença”.
HRPM oferece assistência de média e alta complexidade
No caso de confirmação para o vírus a zika, o médico será responsável pelo controle do desenvolvimento do bebê, através de exames de ultrassom. André Noronha informa ainda que o zika vírus é o mais perigoso para o bebê, especialmente nos três primeiros meses, que é classificado como o período mais crítico para infecções que afetam o feto, devido o organismo se encontrar em plena formação.
Das inúmeras informações sobre sabe-se com certeza que a doença é transmitida pela picada do mosquito Aedes. O inseto pica uma pessoa infectada e passa a propagar a doença quando pica outras pessoas. Mas, de acordo com ele, ainda não existe comprovação científica de outras formas de transmissão. Porém, o vírus já foi encontrado em outros fluidos do corpo, como o sêmen, a saliva e a urina.
“Como ainda não há informações definitivas sobre a possibilidade de transmissão por via sexual, use preservativos nas relações com seu parceiro, em especial se ele tiver tido a doença”, André Noronha dá a dica. Assim como no Marajó e em todo país, o médico aconselha cuidados redobrados em combate ao foco do mosquito em especial nos períodos de calor e de chuvas. “É aconselhável cautela máxima por parte das grávidas”, advertiu.
Com relação ao tratamento apenas os sintomas são tratados. André Noronha aconselha a ingestão de líquidos e bastante repouso. Não é necessário tratamento no hospital, ao contrário do que acontece nos casos mais graves de dengue.
Assim como na dengue, não devem ser usados medicamentos a base de ácido acetilsalicílico (aspirina). O médico poderá receitar analgésicos e remédios para aliviar a coceira. Ele adverte: Não tome nenhum remédio sem orientação médica.
Hospital com significativo fluxo de atendimento
Toda precaução é necessária à mulher grávida em caso de suspeita de qualquer das doenças transmitidas pelo “Aedes Aegipty”, mas só o médico pode afirmar o diagnóstico do zika vírus, dengue, chikungunya ou rubéola por exemplo, através de exames de sangue. Ele ainda aponta a possibilidade da paciente apresentar a zika vírus e dengue, ao mesmo tempo. A febre alta e de início repentino é comum em casos de dengue e chikungunya e rara na zika. Coceira forte no corpo também pode ser sinal outros problemas na gravidez ou sinal de alguma alergia. “É muito importante que você consulte o médico”.
Os cuidados básicos são essenciais e fazem parte da higiene geral, como não deixar água acumular em casa ou quintal. Isso inclui vasos de plantas, pneus, móveis e qualquer recipiente em áreas externas. Muito importante ficar de olho em poças d'água que se formam após a chuva. Para as mulheres grávidas é muito importante o uso de roupas claras, e, de preferência, com mangas e calças compridas. “O uso de telas em portas e janelas é altamente recomendável, especialmente nessa região”, reforçou.

Outros cuidados são citados pelo médico à população em geral: uso de repelente contra insetos, inclusive na roupa, para tentar aumentar a proteção. Reaplicar de acordo com as instruções da embalagem. Grávidas podem optar por repelente comum em creme ou spray, aprovados pela Anvisa e de acordo com as instruções da embalagem. 

HRPM com mais de 90% de índice de satisfação do usuário

Nayandra Ramos atua nos setores de atendimento do HRPM
 Com 94% de índice de satisfação do usuário, o Hospital Regional Público do Marajó (HRPM), destina várias ações desenvolvidas pelo Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) com o objetivo de avaliar a qualidade dos serviços prestados pelo hospital e melhorar cada vez mais o atendimento de todos que dependem da assistência de média e alta complexidade do hospital.
De acordo com a responsável pelo setor, a colaboradora Nayandra Ramos, o serviço analisa o índice de satisfação dos usuários, estabelece um canal de comunicação e relacionamento com o usuário; prioriza o atendimento de forma efetiva, garantindo a eficiência e compromisso com o serviço prestado.
O SAU é canal de comunicação com usuários e comunidade
Segundo ela, o trabalho é desenvolvido através de escuta individual, registrando os elogios, críticas, dúvidas e sugestões relacionadas aos serviços prestados; as buscas ativas são realizadas com os pacientes, acompanhantes e visitantes, consolidando um canal de relacionamento direto entre o HRPM e seus assistidos; as pesquisas de satisfação são realizadas diariamente nos setores de atendimento do hospital, a partir delas são obtidos dados estatísticos referentes ao grau de satisfação que são monitorados permanentemente.
HRPM com 94% de satisfação do usuário
“Outra metodologia utilizada para a coleta de dados é realizada através das caixinhas de sugestões espalhadas pelo hospital, num total de 11 atualmente, para que os usuários possam manifestar sua avaliação através de folder o atendimento recebido”, detalhou algumas das atividades.

Ao termino de cada mês é realizada triagem dos elogios para exposição em mural “Quadro de Elogios”, em locais estratégicos do hospital. Neste mesmo quadro é evidenciado mensalmente o grau de satisfação do usuário.”O quadro é um meio de comunicação entre o usuário e o colaborador, pois é nele que o mesmo vai expor qual a importância do hospital na região e se o colaborador atendeu as suas expectativas enquanto prestador de serviços”, explicou, agradecendo a participação de todos.

HRPM evidencia a importância do serviço de atendimento ao usuário

Treinamento evidenciou a importância do serviço
Com o objetivo de internalizar o objetivo e os benefícios do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU), a direção do Hospital Regional Público do Marajó (HRPM), promoveu dia 18 deste mês, treinamento sobre  “O que é o SAU”, visando a melhoria da prestação dos serviços e satisfação dos usuários daquela região do arquipélago que corresponde a cerca de 270 mil habitantes de sete municípios.
Durante o treinamento ministrado pela colaboradora Nayandra Ramos, que responde pelo serviço, ela enfatizou que o principal objetivo do SAU é assegurar junto aos colaboradores dos serviços hospitalares, o atendimento humanizado de acordo com as normas preconizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que permite acompanhar o desempenho das áreas assistenciais e de apoio e com atendimento focado na garantia dos serviços de saúde e na satisfação integral do usuário e seus acompanhantes, atendendo as expectativas com qualidade nos serviços.
Nayandra Ramos conduziu a capacitação
De acordo com ela, os colaboradores precisam entender de forma clara e objetiva qual a metodologia utilizada pelo SAU e quais benefícios o setor pode proporcionar para a qualidade dos serviços oferecidos pelo HRPM. “O SAU é a ouvidoria do hospital. Ele é os olhos e ouvidos dos nossos usuários, e é através dele que fortaleceremos e aumentaremos nosso nível de satisfação”, explicou

“O SAU é o canal de comunicação que integra a instituição, colaboradores, usuários e a comunidade em geral. O serviço está preparado para colher sugestões e reclamações, fornecer informações e esclarecer dúvidas, e mais do que isto, é através do SAU e da participação do usuário que o HRPM adapta e aprimora cada vez mais os serviços ofertados”, acentuou Nayandra Ramos.

Coordenadora do GTH troca experiências em hospital de Curitiba

HRPM investe em atendimento humanizado
No dia 11 deste mês, a coordenadora do Grupo Técnico de Humanização (GTH) do Hospital Regional Público do Marajó (HRPM), a colaboradora Leila Soares de Lima, esteve em visita técnica no Hospital Pequeno Príncipe (HPP), em Curitiba, para trocar vivências e conhecer  o andamento das ações de Humanização realizada no referido Hospital, com a finalidade de aperfeiçoar as ações desenvolvidas no HRPM, que beneficiará colaboradores, pacientes e acompanhantes.
Com assistência de média e alta complexidade, o Hospital Pequeno Príncipe possui uma estrutura com seis andares, 370 leitos, 36 especialidades, onde 63% do seu atendimento é  pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Hospital também é referencia pelo seu atendimento Humanizado e atualmente está engajado em sete projetos que envolvem o colaborador, usuário e acompanhante. São eles: Voluntariado, Acolhimento ao óbito; Família participante; Educação e cultura; Primeiríssima infância; Roda de Humanização; Grupo Técnico de Humanização (GTH).
Leila Soares aprimora conhecimentos em Humanização 
De acordo com Leila Soares as ações desenvolvidas pelo HPP não são distintas dos projetos que estão em andamento no HRPM. “Algumas ações são diferenciadas apenas por sua nomenclatura, porém seus objetivos e importância se baseiam em um mesmo foco”, observou, explicando que o projeto intitulado “Família participante”, por exemplo, o HRPM também desenvolve como o nome de Projeto Acompanhando o acompanhante, cujo objetivo é informar os acompanhantes sobre os seus direitos e deveres dentro do ambiente hospitalar.
Leila Soares enfatiza ainda que um dos principais desafios enfrentadas diariamente pelo HRPM, no que diz respeito à Humanização, está atrelado a logística que acaba dificultando a acessibilidade em suas várias formas, tanto de profissionais especializados e a vivenciar novos projetos.

“A visita foi de fundamental importância para o GTH do HRPM, pois irá ajudar a implementar em alguns projetos já idealizados pelo grupo”, destacou.

HRPM investe na capacitação do NGQ

HRPM envia profissional para capacitação em Curitiba
 Sempre investindo na capacitação do quadro de pessoal, a direção do Hospital Regional Público do Marajó (HRPM), viabilizou a visita da colaboradora Leila Soares de Lima, responsável pelo Núcleo de Gestão da Qualidade (NGQ), ao Hospital Municipal de Araucária (HMA), no Paraná, com o objetivo de conhecer o modelo do NGQ e a nova versão do sistema WEB Interact, além de identificar as novas alterações e ferramentas acrescentadas no sistema. A visita foi realizada de 7 a 10 deste mês.
Mais conhecido como SA WEB, o sistema que é gerenciado pelo setor da qualidade é uma das principais ferramentas utilizadas pela instituição. O programa pode ser visualizado via internet, através de link, facilitando o acesso para todos os usuários do SA.
Durante a visita, Leila Soares foi orientada e acompanhada pelo coordenador da Qualidade, Wilson Sergio, que repassou conhecimentos para o entendimento e prática da nova versão do programa no HRPM. Ela também contou com a colaboração do consultor do SA no Paraná,  João Carlos Villela, que também repassou importantes informações sobre o programa, evidenciando as vantagens do Sistema SA.

Leila (3ª dir/esq) com representants do HMA
Segundo Leila Soares , que é formada em Gestão Hospitalar, a visita realizada no HMA foi muito significante para o NGQ, em Breves. “Tive a oportunidade de evidenciar todos os processos desenvolvidos e seus benefícios aos serviços oferecidos no HMA, no que se refere à gestão de qualidade, tendo em vista que os mesmos propiciam uma estratégia baseada na boa relação entre os setores”, ressaltou, agradecendo a direção do HRPM pela oportunidade da capacitação.

segunda-feira, 7 de março de 2016

HRPM homenageia colaboradoras pelo Dia da Mulher

Ano passado a comemoração foi bastante concorrida

Parabéns, mulheres!!
O Grupo Técnico de Humanização do Hospital Regional Público do Marajó (HRPM), em Breves, no Sudoeste do arquipélago, promoverá homenagem comemorativa ao Dia Internacional da Mulher, na próxima terça-feira, 8, para colaboradoras com o objetivo de festejar a inserção da mulher no mercado de trabalho, evidenciando o valor da dedicação profissional e sua importância no desenvolvimento da gestão, de suas competências para o melhor desempenho da instituição.
O evento comemorativo contemplará mais de 230 colaboradoras que atuam no HRPM, com oferta de coquetel em horários distintos que vão desde às 6h até às 22h.

O diretor Executivo do HRPM, Thiarle Dassi parabeniza e agradece a contribuição de cada colaboradora para o êxito das ações do hospital e a manutenção da qualidade e humanização do atendimento. “Parabéns a todas vocês pelo Dia Internacional da Mulher”.