terça-feira, 28 de julho de 2015

Sespa discute metas de hospitais dirigidos pelo Instituto Nacional de Desenvolvimento

Grupo do INDSH com Heloisa Guimarães

A Secretaria de Estado de Saúde (Sespa) reuniu dia 27, no auditório do Hospital de Clínicas “Gaspar Viana”, representantes dos hospitais dirigidos pelo Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH), para revisar as metas contratadas e ajustar as necessidades às demandas de cada região.

Na reunião, três delas estiveram no foco dos debates 
Naírios dos Santos

Parte do Grupo Técnico
dos debates: Região do Marajó (Hospital Regional Público do Marajó), em Breves; Mesorregião do Nordeste paraense (Hospital Geral de Tailândia) e a Região da BR-010 (Hospital Regional Público do Leste), em Paragominas. O encontro é promovido trimestralmente, sempre com a mesma finalidade.
Com as respectivas revisões nos hospitais administrados e gerenciados pelo INDSH, a Secretaria de Saúde poderá verificar se o direcionamento está correto, também corrigir esses rumos e fazer chegar a população a saúde necessária.
“O objetivo é quebrar o paradigma de que hospital de excelência é apenas para quem está internado. Hoje, os hospitais precisam descentralizar as ações a fim de atender a população em geral. Precisamos identificar quais as necessidades de cada uma das regiões de saúde para implementar os serviços”, disse Heloísa Guimarães, secretária adjunta de Políticas de Saúde da Sespa.
“Utilizamos essa apresentação junto à secretária adjunta e o grupo técnico que acompanha e avalia periodicamente esses hospitais analisando e comparando as metas executadas e as eventuais dificuldades que os hospitais estão enfrentando no seu dia a dia na melhor assistência possível a população”, explicou Naírio Augusto Santos, superintendente do Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano de São Paulo.

Participaram da reunião a secretária adjunta da Sespa, Heloísa Guimarães, o grupo técnico do controle e avaliação de regionais e OSs da Sespa; o diretor executivo do Hospital Regional do Marajó (Breves), Thiarle Dassi; o diretor executivo do Hospital Geral de Tailândia, Francisco Mingrone; o diretor geral do INDSH, Naírio Augusto Santos; diretor executivo do Hospital Regional Público do  Leste (Paragominas), Júlio César Garcia; diretor operacional do INDSH, Adriano Flávio de Lima; diretora de relacionamento do INDSH, Cleide Rillo.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Hospital Regional em Paragominas tem novo diretor executivo

O Hospital Regional Público do Leste (HRPL), em Paragominas, no nordeste do Estado, tem novo diretor executivo. Trata-se do administrador hospitalar Júlio César Garcia, que assumiu o cargo em substituição ao administrador Adriano de Lima.
Com larga experiência à frente de hospitais públicos, privados e de operadoras de saúde, Júlio Garcia foca sua gestão na otimização dos recursos disponíveis, na melhoria da qualidade do atendimento e na segurança do paciente. “Aceitei mais um desafio profissional e sei que posso contar com a equipe do HRPL para estreitar as parcerias com os 22 municípios que compõem a macrorregião de abrangência do hospital, em prol de um atendimento humanizado e para a promoção da saúde dos mais de 800 mil habitantes da região”, destacou, contanto com apoio de todos para o sucesso da gestão. 

Das suas experiências profissionais, ele destaca: a operacionalização do Hospital dos Servidores Públicos do Maranhão, em São Luís (MA); a administração do segundo maior hospital público de Natal (RN),  e a experiência adquirida em mais de oito anos em uma das principais operadoras de saúde da região Sudeste.
O HRPL, assim como o HRPM, são administrados pelo Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH).

terça-feira, 21 de julho de 2015

INDSH cria novos cargos diretivos

Adriano de Lima
O Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH) criou novos cargos diretivos que estão diretamente subordinados à diretoria executiva corporativa, comandada por Naírio Augusto dos Santos.

Cristiano dos Santos
O administrador de empresas, Adriano Flávio de Lima, é o diretor operacional que passará a ser responsável por todas as operações de campo do Instituto. Com vasta experiência na área da saúde, Adriano de Lima deixa a diretoria executiva do Hospital Regional Público do Leste (HRPL), em Paragominas, no nordeste paraense.


A diretoria de Informações Gerenciais foi assumida pelo administrador de empresas  especialista em Gestão Financeira e Contábil, Cristiano de Oliveira dos Santos.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Desafios da Gestão na área Técnica

Pedro  Luiz Leite Soares
Diretor Técnico do HRPM
natural do Rio de Janeiro.


Desafios
Os principais desafios que enfrentamos dizem respeito às condições em que os pacientes chegam ao nosso hospital, nos casos referenciados para internação, geralmente muito graves, que recebem poucos ou nenhum cuidado na atenção básica, enfrentam dificuldades com relação ao transporte que muitas vezes não é o ideal. Outro desafio é manter o hospital com uma equipe multiprofissional capacitada, comprometida e de qualidade como a nossa, fora de um grande centro.
Resoluções
Com relação às condições dos pacientes, procuramos equilibrar o quadro dos mesmos com uma ação rápida e efetiva logo na chegada, no setor de triagem. Também estamos levar mais orientações aos hospitais municipais, através do serviço de regulação, para que o atendimento inicial desses pacientes e o transporte sejam mais eficientes. Quanto a nossa equipe médica, contamos com profissionais experientes e altamente qualificados, todos especialistas na sua área de atuação, alguns inclusive, são professores de escolas médicas, que trabalham num sistema de rodízio. Alguns são de Belém e outros de grandes centros, como São Paulo e Minas Gerais. O recrutamento da equipe é multiprofissional segue critérios rigorosos de seleção. Aqui, eles contam com programas de educação continuada.
As parcerias são muito importantes para o êxito de nossas aticidades, inclsuive com empresas responsáveis por selecionar esses profissionais, exigindo sempre título de especialista, experiência comprovada, além de boas referências.
Importância da regionalização da saúde
A implantação do Hospital Regional foi um divisor de águas na história da saúde pública da região. Pacientes que antes não tinham nenhum acesso à uma medicina de ponta, que muitas vezes morriam sem receber o atendimento necessário. Hoje recebem um atendimento de qualidade e que todo cidadão tem direito, mas que infelizmente ainda é tão escasso no nosso país.
Os atendimentos nos diferentes setores do hospital refletem a realidade de vida de nossos pacientes. Em neonatologia temos a maioria dos casos representada por prematuros, consequência de um pré natal deficiente ou inexistente. Também casos de asfixia perinatal devido principalmente à falta de assistência na sala de parto.  Gestantes apresentando quadro de eclâmpsia e pré-eclâmpsia, fazem parte do nosso dia a dia, também refletindo a deficiência do pré-natal das redes municipais.
Com relação à UTI adultos, serviços de cirurgia e ortopedia, chama a atenção o elevado número de lesões traumáticas como ferimentos por arma branca principalmente, queimaduras graves, traumatismo cranianos, traumatismos esqueléticos, em que uma melhor educação quanto a prevenção é fundamental. Também recebemos muitos casos de complicações de doenças infectocontagiosas, como Febre Tifoide, hepatites, parasitoses, etc., consequência de saneamento básico deficiente. Doenças cardiovasculares e respiratórias completam nosso cenário.
Saudade

Para compensar a saudade de familiares e amigos, nada melhor do que trabalhar com medicina, tratando de doentes graves, numa região tão carente como a nossa e sabendo que estamos realmente fazendo a diferença, compensa qualquer sacrifício.

Desafios na Gestão de Enfermagem

Gilberto Reis
Diretor de Enfermagem
Natural  Nova Lima (MG)


São diversos os desafios de gestão  no HRPM, tanto na área administrativa quanto na assistência. Entre eles, destaco a manutenção da qualidade assistencial com a implantação da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), tendo em vista que temos colegas enfermeiros de todas as regiões do Brasil e nível de conhecimento variado sobre o assunto e experiência.  Buscamos uniformizar e equiparar o conhecimento entre os profissionais da área sobre o assunto.
A estratégia adotada para este desafio foi a  estruturação do Grupo Técnico para socializar essas informações em nível técnico, definição de uma política da sistematização da assistência, e um conjunto de ações sistematizadas: diagnósticostreinamentos e avaliação dos resultados para verificação da eficiência e eficácia do serviço.
Na parte administrativa um dos maiores desafios é a contratação de pessoal de nível superior. A dificuldade de acessibilidade, exige a prática de ações para atrair candidatos às vagas ofertadas pelo hospital.  Recebemos currículos de toda a parte do Brasil, 90% dos candidatos não possuem experiência e são de outros Estados. Da última seleção realizada, dos 12 currículos enviados, apenas três eram de Belém.
Benefícios
Manter equipe de profissionais também é muito difícil. Boa parte dos profissionais passam uma média de dois anos por aqui, depois de adquirir experiência, voltam para a capital ou para cidades próximas de  sua família.  O HRPM investe em capacitação constante, desenvolve ações de valorização ao colaborador, além de um excelente ambiente de trabalho.
A grande maioria dos contratados ficam surpresos quando chegam aqui e percebem a excelente estrutura hospitalar que possuímos, tecnologia de ponta, com atendimento seguro, de qualidade e humanizado. Hoje, a população brasileira vive uma séria problemática com a oferta de atendimento na saúde pública. Aqui nessa parte do Marajó, nossos usuários não percebem dessa forma, porque o que há de melhor na assistência.
Saudade
Administrar sentimentos sempre é mais difícil, entre tanto amores: trabalho, família e amigos. Estou longe de casa há quase cinco anos. Segundo filho de três. Tento encurtar as distâncias pelas redes sociais, celular. Sou tio e ainda não conheci pessoalmente meu sobrinho mais novo, por exemplo.Mas, agradeço a Deus pelos amigos que tenho aqui em Breves, que é minha segunda cidade de coração, cidade que me acolheu e onde construí amizades sinceras. Tenho uma equipe de trabalho brilhante e que me orgulha muito. Já me sinto um cidadão brevense.
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Gerenciamento de crises

Thiarle Dassi
Diretor Executivo do HRPM
Enfrentamos diariamente vários desafios a serem superados, começando pela logística com as compras e a parceria com os  de fornecedores. Afinal, estamos numa região do Estado onde o acesso é um fator muito importante. Sempre que possível, adquirimos  insumos em Breves, buscando prestigiar o comércio local e contribuir para o desenvolvimento da cidade. Medicamentos e outros itens são de fornecedores de Belém e de outras regiões do país, como o sudeste e até sul do Brasil.
Estamos aqui desde o início da operacionalização. O hospital foi estruturado para ser administrado por uma Organização Social (OS). Ele é fundamental . Assim, nós conseguimos fazer uma gestão mais rápida e menos engessada que o Estado. Toda essa estrutura moderna não deixa a desejar para nenhum hospital regional do Brasil.
Aqui, a questão da acessibilidade é muito forte. As distâncias são medidas por horas de voo e dias de navio. E isso, sem dúvida, implica em estratégias de gestão para garantir a oferta dos serviços, entre elas, a manutenção de equipamentos. Apesar do HRPM possuir uma equipe de engenharia clínica e especializada, dentro do hospital, ainda assim, em alguns casos, de equipamentos e/ou peças dependemos dos fabricantes, especialmente, os de alta complexidade como o tomógrafo, Raio X ultrasson e seus componentes. Somente mês passado tivemos 62 quedas de energia. Isso acaba danificando alguns equipamentos.
Pessoas
Nossa equipe multidisciplinar é composta por pessoas acolhedoras e com tamanha empatia. Boa parte deles é de Breves ou da região e, portanto, conhecem a realidade local e suas peculiaridades. Isso é fator decisivo para o bom relacionamento entre o hospital e seus usuários.Todos fazem questão de atender bem. Imaginem que muitos de nossos pacientes saem de casa, na noite anterior para chegar até o regional de barco, muitas vezes em jejum, para obter atendimento. O que em outros locais essa espera seria um grande transtorno, aqui acaba amenizando pelo atendimento humanizado. Eles entendem que esta pessoa tem que concluir todo o atendimento naquele mesmo dia e que volte satisfeito para o seu município.
Compromisso
Se tivesse que definir a nossa equipe a palavra mais adequada é Comprometimento. Todos aqui percebem a importância do hospital para essa parte da região. Sabemos e vivenciamos a dificuldade de reter profissional qualificado. Mas, conseguimos montar uma equipe de pessoas determinadas e que internalizaram a missão do INDSH. Importante ressaltar nossa preocupação com a preservação do meio ambiente ao segregar os nossos resíduos de forma correta e com destinação adequada. A busca pela qualificação e conquista de certificados é uma constante para oferecer serviços cada vez melhor aos nossos usuários.
Saudade

Lidar com a saudade não é fácil. Quando a família está distante, a rotina parece mais pesada. Por outro lado, o povo do Marajó, especialmente de  Breves, que são pessoas acolhedoras. 

A importância da regionalização dos serviços de saúde no Pará, especificamente na região do Marajó.

Vitor Matheus
Secretário de Estado de Saúde
Vitor Mateus
Na verdade é uma mudança forte do pensar a respeito do acesso da população aos serviços de média e alta complexidade, pois há 20 anos nós tínhamos toda alta complexidade concentrada na capital. O governo gastava cerca de R$ 9 milhões para garantir Tratamento Fora de Domicílio (TFD) e diárias para as pessoas se deslocarem para Belém. Isso era um paradoxo, visto que gerava problemas familiares, como falta de estrutura e renda para as famílias. Sem contar que as pessoas se ausentavam de suas atividades normais e ficavam longe de suas famílias, o que de certa forma causava transtorno para os pacientes.
Houve um delineamento no primeiro governo do Simão Jatene para descentralizar isso em alguns pólos. O governo teve a ousadia de captar recurso através da operação de crédito para garantir o desenvolvimento desse projeto, inicialmente em oito hospitais regionalizados de média e alta complexidade. Esse desenho foi importante no sentido de diminuir a morbidade das pessoas, pois isso contribui para a melhoria das condições de vida e diminui o risco das pessoas adoecerem.
No Marajó não é diferente, porque é uma ilha em que a estrada lá se chama "Rio" e o perfil daquela população é de morbidade e precisava ser atendida em um hospital de grande porte, como o Hospital Regional Público do Marajó (HRPM), que tem dado uma resposta muito boa nessa cobertura. Não se tinha especialidade médica e essa é uma novidade que agora o hospital acabou trazendo que não tinha dentro das perspectivas dos hospitais gerais em nível municipal.
Os municípios ao redor do Marajó também foram contemplados com esse serviço. Em termos de capacidade instalada, hoje os hospitais regionais possuem um porte bom, tem dado respostas em cumprimento das metas que estão contratualizadas. Nos sentimos satisfeitos pelo bom desempenho que o HRPM presta.

Hospital Regional do Marajó: Gestão extrema na regionalização da saúde pública




Vista aérea da entrada da cidade de Breves
Primeiro hospital paraense administrado pelo Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH), na região Norte do país, o Hospital Regional Público do Marajó (HRPM) em Breves, assumiu a assistência de média e alta complexidade para uma população estimada em 270 mil habitantes de sete municípios pactuados com o 8° Centro Regional de Saúde (8° CRS), composto por Bagre, Curralinho, Anajás, Portel, Melgaço, Gurupá, além de Breves.
O desafio de fazer gestão hospitalar numa região com limitações de acessibilidade onde as distâncias são medidas por horas de voo e até dias de navio, mexe com imaginário de instituições e profissionais visionários. Para conhecer o município de Breves, onde o hospital foi inaugurado em 2010, é necessário enfrentar de 6h a 12h de barco ou navio, que variam a capacidade de 100 a 600 passageiros que atravessam diariamente as águas da maior ilha fluvial marítima do mundo. De avião fretado,  porque não há linha comercial de grandes empresas para aquela área do Estado, a viagem dura cerca de 45minutos, num percurso desenhado por densas florestas recortadas por rios intermináveis.
Área do HRPM no centro da cidade
Ao desembarcar no porto de Breves, uma cidade com quase 100 mil habitantes, o caminho para o HRPM é em linha reta na única rua principal da cidade. Lá, o usuário tem a sua disposição uma das estruturas de saúde mais modernas da região e do Estado, sem deixar a desejar para nenhum hospital regional do Brasil.
Com área total de 23.916m² e 9.926m² de área construída, e muita área verde no entorno do prédio, a assistência segura, de qualidade e humanizada é prestada por uma equipe multiprofissional com 420 colaboradores, diretos e indiretos. Com investimentos destinados à capacitação de seu corpo funcional, o HRPM  dispõe de atendimento humanizado que vem mantendo o significativo índice de 95% de satisfação daqueles que dependem da assistência do hospital.
Atendimento diferenciado aos usuários  da região
Dos principais atendimentos realizados no período de 2011 a 2014, destacamos a efetivação de 8.018 cirurgias, 17.669 atendimentos de urgência, 54.575 atendimentos ambulatoriais, 581.914 exames de usuários interno e externo, 10.589 internações com uma taxa de ocupação média de 77,22%. Em 2014, A média de permanência na UTI adulto foi de 4.61, na UTI Pediátrica foi de 6,89, na UTI Neonatal registrou 13.95.
Na Clínica Médica a média de permanência foi 3,60, na Clínica Cirúrgica 4,55, na Ginecologia/Obstetrícia 2,90 e na Pediatria 5,03. Esses números podem ser traduzidos por milhares de agradecimentos e esperança de vida de pessoas carentes, ribeirinhos que antes do HRPM chegar até essa localidade, a grande maioria tinha que se deslocar para  outras cidades, sobretudo na capital paraense, em Belém, em busca de atendimento digno.
UTI Neonatal
Ao longo dos anos, a direção do hospital desenvolveu e aperfeiçoou programas voltados para valorização dos públicos interno e externo, entre eles, o Núcleo de Gestão da Qualidade (NGQ), que atua de forma integrada em todos os setores, visando a melhora contínua dos processos; O Núcleo de Educação Continuada (NEP), que entre outras atribuições, identifica as necessidades de qualificação, estimulando a capacitação e o desenvolvimento profissional; Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) que atua ativamente para ouvir as  sugestões, elogios e outras considerações para melhorar ainda mais o atendimento.
Atendimento para cerca de 270 mil usuários
A gestão do HRPM cumpre suas metas e resultados. Mas isso não é tudo. A administração é compartilhada, transparente e destina suas ações com foco nas pessoas e na preservação do meio ambiente, que ano passado, levou a conquista da certificação Selo Ouro, emitido pelo Programa Brasileiro GHG Protocol, da Fundação Getúlio Vargas, concedido às instituições que divulgam, anualmente, inventários por emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE). Titulo inédito na rede hospitalar pública e privada do Pará.
Atualmente, a equipe do HRPM está cada vez integrada para a obtenção da Acreditação concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA); certificação Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC), que é concedida pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância e Adolescência (Unicef)/Ministério da Saúde (MS). O Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS)  já é uma realidade bem estruturada na gestão.
HRPM com atendimento de qualidade e humanização
 No atendimento aos pacientes, a direção de Enfermagem está em fase de implantação da Sistematização de Assistência de Enfermagem (SAE), que é composto por várias etapas para sua conclusão e prática, visando maior integração desses profissionais para maior qualidade aos serviços oferecidos aos usuários. O hospital também implantou o bundle (um conjunto de medidas preventivas relacionadas à assistência), por meio de ações,  protocolos, manual de cirurgia segura, estratificação de risco para triagem, protocolo de monitoramento de usuário, identificação dos usuários com pulseira, implementação das instruções de trabalho assistenciais e atuação na segurança de dispensação e administração de medicamentos.
tecnologia de última geração para exames
O Regional possui 70 leitos e  disponibilidade de clínicas integradas com as especialidades de obstetrícia, cirurgia, ortopedia, oftalmologia, cardiologia, clínica médica, além de exames laboratoriais, por imagem e métodos gráficos. Também dispõe de centro cirúrgico e obstétrico com três salas cirúrgicas -uma para reanimação, um ambiente de pós-operatório e uma sala pré-operatório - além de uma unidade de ambulatório com cinco consultórios.
Agência Transfusional própria agiliza atendimento
Assim como nos demais hospitais regionais do Estado, para obter atendimento, os pacientes são referenciados pelo Hospital Municipal para avaliação da Central Regional de Regulação que, de acordo com a disponibilidade de leitos, ]autoriza o atendimento no HRPM.

Serviço - O HRPM dispõe de atendimento ambulatorial de segunda a sexta-feira, das 7 às 18 h. O hospital está localizado na Avenida Rio Branco, 1.266, bairro Centro. Mais informações estão disponíveis pelos fones (91) 3783-2140 e 3783-2127.